
Confesse, as pinturas de Michael Peck são ou não são de longe as mais meigas e belicosas que vocês viu por esses dias?

Confesse, as pinturas de Michael Peck são ou não são de longe as mais meigas e belicosas que vocês viu por esses dias?
Aslan Malik é pintor, fotógrafo e designer. Dêem uma olhada nos trabalhos desse cara.
É de deixar estatelado…
Taí, Teresa! Reeditada a parceria do produtor e tigrão Shawn Lee com o músico AM. Future Sons & Daughters é o segundo álbum dos caras, seguindo uma linha pop, leve, bom de ouvir, legal, bem legal, assim como foi o Celestial Eletric, primeiro dos caras e que também entra na minha categoria particular de “discos pra balancê”. Creio que vale uma ouvida atenta. Vai que vai no confere!
E detalhe, a faixa “Jorge Ben” espanca!
Taí algumas peças feitas pelo pintor retratista, realista e muito bom artista, eu diria… Paul Roberts. É meio que uma coletânea da obra do cara. Os quadros foram feitos entre 1975 e 2010. Vale o confere!
Façam-me o favor de ver esse filme. Vejam por causa da fotografia retrô, pelo ar, às vezes, Blaxpotation (bem às vezes), pela trilha sonora que é de fudÊ, e até pela ponta feita pela Macy Gray. Filmão! Vale o confere!
SINOPSE
Aproveitando a moda do “fonão de ouvido”e aproveitando que já os uso há muito tempo, mas nunca escrevi nada sobre eles, seguem dois que me chamaram a atenção há pouco tempo. Digamos que quero o primeiro com o design do segundo, pode ser?
AËDLE VK-1
AEDLE VK-1 Headphones – Story from Aëdle on Vimeo.
Final de ano está chegando e agora, é claro, você encontra várias das séries “melhores blá blá blá do ano”. Teresa nos trouxe a série de melhores fotos da AFP. O cunho é jornalístico então, sei lá… Amantes de algo a mais, como eu, podem olhar pra algumas e dizer: tá, mas….
Enfim, mas o resumo é legal. Vale o confere!
Laerte na mosca, como sempre.
A tira se refere ao que aparece nas imagens abaixo, filmadas pelo pessoal da Companhia Auto-Retrato:
Semana retrasada, a Guarda Civil Metropolitana recebeu ordem para avançar sobre moradores de rua na Praça da Sé, arrancando seus pertences de suas mãos e jogando tudo num caminhão. A notícia mal repercutiu, mas é certo que esse procedimento de “limpeza” seria elogiado por muitos paulistanos que se julgam “de bem”.
Só que, como reza o ditado, pau que bate em Chico também bate em Francisco.
E, sábado passado, o pau comeu na Paulista durante uma passeata anticorrupção. Bombas choveram em cima de quem estava “atrapalhando o trânsito”. Era, principalmente, gente de classe média. Tinha criança no meio. O ator Pedro Urizzi ousou reclamar da truculência. A matéria de Ricardo Chapola no Estadão conta o que aconteceu com ele:
A caminho para um jantar na casa de um amigo, Urizzi passou pela Paulista enquanto acontecia a manifestação anticorrupção. Quando estourou o tumulto entre manifestantes e a polícia, o rapaz disse ter tentado impedir que um policial lançasse um saco de bombas de efeito moral contra um grupo com crianças. “Eu gritei: ‘não joga bomba porque tem criança!’. Logo, um PM me abordou, me pegou pela nuca. Fui jogado no chão, colocaram o pé nas minhas costas e me algemaram”, relatou. “Até ali, eles mal tinham pedido minha identificação”.
O rapaz foi levado para a 8ªDP, no Brás, na região central de SP, onde só então foi ouvido, ao depôr. Na mesma delegacia, foi aberto o boletim de ocorrência em que estão descritos o relato de Urizzi e também do PM envolvido no caso. Em seguida, Pedro Urizzi foi encaminhado para o IML para fazer o exame de corpo delito, com escoriações e uma lesão no pulso. Ele foi liberado perto das 22h.
Urizzi afirmou que procurará responder por seus direitos, garantindo que processará a instituição, embora dissesse saber o nome do PM que o agrediu. “Meus direitos só foram respeitados quando a Polícia Civil assumiu o caso”, reclamou.
Indignado, Pedro usou o Facebook para protestar. Tem vídeo desse episódio também:
Então, o clima em São Paulo está assim: polícia à vontade para bater e cair matando em cima de qualquer perturbação da “ordem”.
É a cidade onde, logo mais, TODAS as 31 regiões administrativas estarão na mão de coroneis da reserva da PM. Falta pouco para chegar nos 100%. É a meta declarada do prefeito Kassab.
Em princípio, nada de errado com um coronel na subprefeitura. Certamente, muitos trabalham duro na nova função. Mas essa história de militar cuidando de civil, a gente sabe não é de hoje, passa por uma incompatibilidade básica. Maurício Piragino explica melhor num ótimo texto (aqui na íntegra):
Os coronéis têm na sua história um profundo conhecimento em estabelecer hierarquias. Mas, são muito pouco conhecedores de processos democráticos de gestão. Participação não é uma palavra forte na caserna. Qual o recado que é passado para o cidadão tendo coronéis a frente do equipamento público que deveria ser o mais próximo do cidadão? Tem alguém que manda aqui(mas quem deveria mandar é o soberano!). Será que um cidadão vai sentir que a subprefeitura é seu espaço e ele sente que tem livre acesso a ela? Em geral , a população tem medo da polícia devido a sua truculência. Herança de muitas ditaduras no nosso país. E os coronéis inibem o cidadão, principalmente os menos cientes de seus direitos, por exatamente serem da polícia.
Tem revista aplaudindo essa militarização das subprefeituras de São Paulo. O adjetivo “durão” é usado como elogio a esses policiais que agora supervisionam varrição de ruas e o comércio local.
[O subprefeito de Santana] fazia compras na feira quando notou uma banca irregular e decidiu enquadrar o comerciante. “Sem me identificar, disse para o vendedor se mandar”, conta. “Não sei se foi o meu tom de voz ou a postura, mas ele desmontou a barraca na hora.”
Existe ainda uma grande jogada política por trás da militarização municipal. “Nomeação de coronéis como subprefeitos e Operação Delegada dão fôlego para PMs serem assediados por partidos e disputarem voto”, diz essa matéria de Felipe Frazão para o Estadão.
Voltando ao episódio da Sé. Quando dois atores da Companhia Auto-Retrato foram à Subprefeitura questionar a ação contra os moradores de rua, encontraram o seguinte cartaz colado na parede:
“GÁS PIMENTA NOS OLHOS DO POVO É COLÍRIO”
A seguir cenas dos próximos deprimentes capítulos…
Teresa, curti isso! O casal Jay-z/ Beyoncé possui um tumblr onde posta um pouco da vida a dois deles. Alguns podem achar que a coisa é meio ” revista Caras”, mas eu gostei. Gostei porque o tom é feliz, descontraído, pra cima e humano também. Aproxima.
Teresa, é o que eu digo, erotismo não é algo fácil de se bem retratar. Sendo assim, sempre quando alguém manda bem na tarefa, vem pro blog. Kimberly Gillett, fotógrafo de Vancouver, Canadá, é um deles.
Geoffroy de Boismenu é fotógrafo e autor de uma série intitulada por como A História do Sexo, e que na verdade é uma série composta por 12 séries, 12 ensaios cada um com um tema diferente, girando em torno do principal. E, na boa, é demais! Até Teresa gostou, ela que vez em quando fica horrorizada com as coisas que publico aqui e tal…
Enfim, confiram! Segue aqui uma mostra do trabalho do cara.
Lindo, não?
E mais… (eu sei que a pegada é outra, mas…) sou capaz de engolir isso numa bocada só.
http://www.nowness.com/media/embedvideo?itemid=1874&issueid=1883
Ótimo, né?!
Foi produzido pela galera do M&C Saatchi e faz referência ao fato de que (não sei se em todos os países) os sites de pornografia terão de mudar seu domínio para “.xxx” (ao invés de .com, …, .org etc).
Agora numa versão mais “não sou tudo isso que dizem, que o cinema faz parecer, mas….”
Ainda assim, o site AMY&PINK que publicou as fotos deu o título de “Die tollste Frau der Welt” (a mulher mais linda do mundo).
Deixa ser preguiçoso, mano! É só dar um clique!
Abs
Alberto Mielgo é um pintor nascido em Madri, Espanha, mas que hoje desenvolve seus trabalhos em Los Angeles, Califonina (EUA). O cara cria tanto a partir do digital, como em pinturas tradicionais à óleo ou acrílico.