AM & Shawn Lee – Future Sons & Daughters


1326762669-1Taí, Teresa! Reeditada a parceria do produtor e tigrão Shawn Lee com o músico AM. Future Sons & Daughters é o segundo álbum dos caras, seguindo uma linha pop, leve, bom de ouvir, legal, bem legal, assim como foi o Celestial Eletric, primeiro dos caras e que também entra na minha categoria particular de “discos pra balancê”. Creio que vale uma ouvida atenta. Vai que vai no confere!

E detalhe, a faixa “Jorge Ben” espanca!

http://amsounds.bandcamp.com/album/future-sons-daughters

Paperboy (2012)


Façam-me o favor de ver esse filme. Vejam por causa da fotografia retrô, pelo ar, às vezes, Blaxpotation (bem às vezes), pela trilha sonora que é de fudÊ, e até pela ponta feita pela Macy Gray. Filmão! Vale o confere!

The Paper Boy Movie

SINOPSE

Ward é jornalista de um grande jornal e precisa retornar para sua pequena cidade para fazer a cobertura da prisão de Hillary Van Wetter, acusado e condenado à morte pelo assassinato do xerife local. Os problemas começam quando Jack, seu irmão mais novo, começa a se envolver com Charlotte, mulher misteriosa e mais velha, que mantinha contato com o prisioneiro.

Headphones Sony MDR-1RBT e AËDLE VK-1


Aproveitando a moda do “fonão de ouvido”e aproveitando que já os uso há muito tempo, mas nunca escrevi nada sobre eles, seguem dois que me chamaram a atenção há pouco tempo. Digamos que quero o primeiro com o design do segundo, pode ser?

Sony-MDR-1RBT-Headphones-1

 

AËDLE VK-1 

AEDLE_VK-1_02

AEDLE VK-1 Headphones – Story from Aëdle on Vimeo.

Melhores fotos de 2012


AFP-Best-Pictures-2012

Final de ano está chegando e agora, é claro, você encontra várias das séries “melhores blá blá blá do ano”. Teresa nos trouxe a série de melhores fotos da AFP. O cunho é jornalístico então, sei lá… Amantes de algo a mais, como eu, podem olhar pra algumas e dizer: tá, mas….

Enfim, mas o resumo é legal. Vale o confere!


Laerte na mosca, como sempre.

A tira se refere ao que aparece nas imagens abaixo, filmadas pelo pessoal da Companhia Auto-Retrato:

Semana retrasada, a Guarda Civil Metropolitana recebeu ordem para avançar sobre moradores de rua na Praça da Sé, arrancando seus pertences de suas mãos e jogando tudo num caminhão. A notícia mal repercutiu, mas é certo que esse procedimento de “limpeza” seria elogiado por muitos paulistanos que se julgam “de bem”.

Só que, como reza o ditado, pau que bate em Chico também bate em Francisco.

E, sábado passado, o pau comeu na Paulista durante uma passeata anticorrupção. Bombas choveram em cima de quem estava “atrapalhando o trânsito”. Era, principalmente, gente de classe média. Tinha criança no meio. O ator Pedro Urizzi ousou reclamar da truculência. A matéria de Ricardo Chapola no Estadão conta o que aconteceu com ele:

A caminho para um jantar na casa de um amigo, Urizzi passou pela Paulista enquanto acontecia a manifestação anticorrupção. Quando estourou o tumulto entre manifestantes e a polícia, o rapaz disse ter tentado impedir que um policial lançasse um saco de bombas de efeito moral contra um grupo com crianças. “Eu gritei: ‘não joga bomba porque tem criança!’. Logo, um PM me abordou, me pegou pela nuca. Fui jogado no chão, colocaram o pé nas minhas costas e me algemaram”, relatou. “Até ali, eles mal tinham pedido minha identificação”.

O rapaz foi levado para a 8ªDP, no Brás, na região central de SP, onde só então foi ouvido, ao depôr. Na mesma delegacia, foi aberto o boletim de ocorrência em que estão descritos o relato de Urizzi e também do PM envolvido no caso. Em seguida, Pedro Urizzi foi encaminhado para o IML para fazer o exame de corpo delito, com escoriações e uma lesão no pulso. Ele foi liberado perto das 22h.

Urizzi afirmou que procurará responder por seus direitos, garantindo que processará a instituição, embora dissesse saber o nome do PM que o agrediu. “Meus direitos só foram respeitados quando a Polícia Civil assumiu o caso”, reclamou.

Indignado, Pedro usou o Facebook para protestar. Tem vídeo desse episódio também:

Então, o clima em São Paulo está assim: polícia à vontade para bater e cair matando em cima de qualquer perturbação da “ordem”.

É a cidade onde, logo mais, TODAS as 31 regiões administrativas estarão na mão de coroneis da reserva da PM. Falta pouco para chegar nos 100%. É a meta declarada do prefeito Kassab.

Em princípio, nada de errado com um coronel na subprefeitura. Certamente, muitos trabalham duro na nova função. Mas essa história de militar cuidando de civil, a gente sabe não é de hoje, passa por uma incompatibilidade básica. Maurício Piragino explica melhor num ótimo texto (aqui na íntegra):

Os coronéis têm na sua história um profundo conhecimento em estabelecer hierarquias. Mas, são muito pouco conhecedores de processos democráticos de gestão. Participação não é uma palavra forte na caserna. Qual o recado que é passado para o cidadão tendo coronéis a frente do equipamento público que deveria ser o mais próximo do cidadão? Tem alguém que manda aqui(mas quem deveria mandar é o soberano!). Será que um cidadão vai sentir que a subprefeitura é seu espaço e ele sente que tem livre acesso a ela? Em geral , a população tem medo da polícia devido a sua truculência. Herança de muitas ditaduras no nosso país. E os coronéis inibem o cidadão, principalmente os menos cientes de seus direitos, por exatamente serem da polícia.

Tem revista aplaudindo essa militarização das subprefeituras de São Paulo. O adjetivo “durão” é usado como elogio a esses policiais que agora supervisionam varrição de ruas e o comércio local.

[O subprefeito de Santana] fazia compras na feira quando notou uma banca irregular e decidiu enquadrar o comerciante. “Sem me identificar, disse para o vendedor se mandar”, conta. “Não sei se foi o meu tom de voz ou a postura, mas ele desmontou a barraca na hora.”

Existe ainda uma grande jogada política por trás da militarização municipal. “Nomeação de coronéis como subprefeitos e Operação Delegada dão fôlego para PMs serem assediados por partidos e disputarem voto”, diz essa matéria de Felipe Frazão para o Estadão.

Voltando ao episódio da Sé. Quando dois atores da Companhia Auto-Retrato foram à Subprefeitura questionar a ação contra os moradores de rua, encontraram o seguinte cartaz colado na parede:

“GÁS PIMENTA NOS OLHOS DO POVO É COLÍRIO”

A seguir cenas dos próximos deprimentes capítulos…

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Gastón Torres


Eu ia até deixar quieto, mas quando vi essa camiseta resolvi postar…

Gramofone minimalista


Teresa, imagina a gente ouvindo Charles Mingus num deste…

A criação é de livia-ritthaler

Beyoncé, agora um pouco mais à vontade…


Teresa, curti isso! O casal Jay-z/ Beyoncé possui um tumblr onde posta um pouco da vida a dois deles. Alguns podem achar que a coisa é meio ” revista Caras”, mas eu gostei. Gostei porque o tom é feliz, descontraído, pra cima e humano também. Aproxima.

Mais fotos em 

Facebook

Kimberly Gillett // EROTIC


Teresa, é o que eu digo, erotismo não é algo fácil de se bem retratar. Sendo assim, sempre quando alguém manda bem na tarefa, vem pro blog. Kimberly Gillett, fotógrafo de Vancouver, Canadá, é um deles. 

Mais em 

A História do Sexo por Geoffroy de Boismenu


Geoffroy de Boismenu é fotógrafo e autor de uma série intitulada por como A História do Sexo, e que na verdade é uma série composta por 12 séries, 12 ensaios cada um com um tema diferente,  girando em torno do principal. E, na boa, é demais! Até Teresa gostou, ela que vez em quando fica horrorizada com as coisas que publico aqui e tal…

Enfim, confiram! Segue aqui uma mostra do trabalho do cara.

Scarlett Johansson (de novo ela…)


Agora numa versão mais “não sou tudo isso que dizem, que o cinema faz parecer, mas….”

Ainda assim, o site AMY&PINK que publicou as fotos deu o título de “Die tollste Frau der Welt” (a mulher mais linda do mundo).

Gostou? Curta a página do Facebook do gravatão aqui. 

Deixa ser preguiçoso, mano! É só dar um clique!

Abs

Alberto Mielgo Revisit


Alberto Mielgo é um pintor nascido em Madri, Espanha, mas que hoje desenvolve seus trabalhos em Los Angeles, Califonina (EUA). O cara cria tanto a partir do digital, como em pinturas tradicionais à óleo ou acrílico.